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De 1935 a 1939

Confira a linha do tempo sobre Candido Portinari, de 1935 a 1939.

1935

Em julho é contratado para lecionar pintura mural e de cavalete na Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro. Ao participar da Exposição Internacional do Instituto Carnegie, nos Estados Unidos, junto com pintores de 21 países, recebe a Segunda Menção Honrosa, com a tela “Café”. Essa obra é adquirida, antes mesmo da premiação, pelo ministro da Educação Gustavo Capanema, para o Museu de Belas Artes.

“Café - linha do tempo”

“Café”

1936

Portinari pinta o seu primeiro mural, para o monumento rodoviário da Estrada Rio/São Paulo, medindo 0,96m x 7,68m. O ministro Gustavo Capanema convida-o a trabalhar no edifício que será construído para o Ministério da Educação.

1937

Com a intenção de dedicar-se ao estudo para os afrescos do Ministério, Portinari recebe a colaboração de alguns alunos da Universidade do Distrito Federal. Enrico Bianco, jovem pintor italiano recém-chegado ao Brasil, é apresentado a Portinari, que o convida para trabalhar no Ministério.

1938

Esse ano é marcado pela execução dos trabalhos do Ministério da Educação.

“Faltava ao Brasil uma pintura mural de caráter e de assuntos nacionais, ligados aos temas históricos da nossa formação étnica ou da vida econômica e social do país. Essa obra está sendo atualmente realizada por Candido Portinari, para o novo edifício do Ministério da Educação”.

(Antônio Bento para o jornal A Tarde, em 2 de abril de 1937)

Portinari e seu filho João Candido

Portinari e seu filho João Candido

1939

Nasce seu único filho, João Candido, em janeiro desse ano.
Executou três painéis para o pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova York: “Jangadas do Nordeste”; “Cena Gaúcha” e “Festa de São João”. O Museu de Arte Moderna de Nova York adquire o quadro “O Morro”, que René Huyghe, diretor do Museu do Louvre, aconselhara Portinari a não utilizar. Em novembro, expõe 269 trabalhos no Museu Nacional de Belas Artes. A Universidade do Distrito Federal é fechada.